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NR-16 atualizada: até abril, empresas precisam se adequar às novas regras de periculosidade para motociclistas

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NR-16 atualizada: até abril, empresas precisam se adequar às novas regras de periculosidade para motociclistas

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nr-16

A NR-16 (Norma Regulamentadora de Atividades e Operações Perigosas) passou por uma atualização importante que impacta diretamente empresas que contam com trabalhadores que utilizam motocicletas em suas atividades.

A norma reforça e amplia a caracterização de periculosidade para profissionais que utilizam motocicletas de forma habitual, trazendo mais clareza sobre quem tem direito ao adicional e quais situações se enquadram na regra.

O ponto de atenção é claro: o prazo para adequação está se encerrando e as empresas precisam agir até abril.

Quem passa a ter direito à periculosidade com a nova NR-16

A atualização da NR-16 consolida o entendimento de que trabalhadores que utilizam motocicletas de forma habitual em suas atividades estão expostos a riscos elevados, justificando o enquadramento como atividade perigosa.

Entre os profissionais impactados estão:

motofretistas;
– mototaxistas;
– trabalhadores que utilizam motocicletas como ferramenta principal de trabalho;
– colaboradores que realizam deslocamentos frequentes com motocicletas no exercício da função.

Esse enquadramento garante o direito ao adicional de periculosidade, conforme previsto na legislação trabalhista.

Quando a regra não se aplica

A norma também traz esclarecimentos importantes sobre situações em que a periculosidade não se aplica, evitando interpretações equivocadas.

A regra não abrange:

– veículos que não exigem emplacamento;
– veículos que não exigem habilitação (CNH);
– uso eventual ou não habitual da motocicleta.

Essa diferenciação é fundamental para que as empresas façam o enquadramento correto e evitem passivos trabalhistas.

Prazo de adequação: por que sua empresa precisa agir agora

O período de adaptação já está em andamento e o prazo para regularização se encerra em abril.

Isso significa que as empresas precisam:
– revisar cargos e funções que utilizam motocicletas;
– atualizar o enquadramento de periculosidade;
– ajustar folha de pagamento com adicional quando aplicável;
– revisar documentos de SST;
– garantir que os riscos estejam corretamente identificados no PGR.

Adiar esse processo pode resultar em:
autuações em fiscalizações;
– passivos trabalhistas;
– ações judiciais por reconhecimento de direito;
– inconsistências nos programas de SST.


Impactos da atualização da NR-16 na gestão de SST

A inclusão mais clara dos trabalhadores motociclistas na NR-16 não é apenas uma questão de remuneração. Ela impacta diretamente a gestão de riscos das empresas.

Entre os principais impactos estão:

– necessidade de revisão do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos);
– maior atenção à segurança no trânsito como risco ocupacional;
– fortalecimento de ações de prevenção para acidentes com motocicletas;
– integração com programas de saúde e segurança já existentes.

A mudança reforça uma tendência importante: a legislação está cada vez mais alinhada à realidade das atividades profissionais.

Como se adequar à NR-16 de forma segura

Para garantir conformidade com a norma, é essencial que a empresa adote uma abordagem técnica e estruturada.

Algumas ações fundamentais incluem:

– mapear corretamente as atividades com uso de motocicleta;
– avaliar a habitualidade da exposição ao risco;
– revisar enquadramentos de periculosidade;
– atualizar documentos e programas de SST;
– contar com suporte técnico especializado.

A Soma apoia empresas na interpretação e aplicação prática das normas regulamentadoras, garantindo segurança jurídica e conformidade.

Com uma metodologia técnica e atualizada, a Soma auxilia em:

– análise de enquadramento de periculosidade;
– revisão de PGR e demais documentos de SST;
– orientação estratégica para adequação à legislação;
– prevenção de riscos e passivos trabalhistas.

O prazo está acabando. Sua empresa está pronta?

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